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Testes com DRM+ em Rádio Comunitária do Distrito Federal

O apoio técnico e equipamentos para o teste no Brasil foram fornecidos por
RFmondial, Fraunhofer, Nautel e a Universidade de Hannover, que montou o
equipamento.

O teste contou com uma instalação de baixíssima potência transmitindo
simultaneamente (simulcast) 4W em sistema digital DRM+ ao lado de um
transmissor de FM de 25W, ambos com uma antena muito baixa. As rádios
comunitárias no Brasil só são permitidas para cobrir um raio de 1 km. Além
do programa ao vivo da Líder FM, mensagens de texto e do serviço de
notícias Journaline também foram transmitidos.

Uma boa recepção foi atingida em uma área de até 1,5 km de distância do
transmissor, e, em uma direção, sobre uma colina próxima, o sinal foi
recebido a 4 km da rádio. Esta cobertura estava sendo comparada com o
alcance do sinal de FM, que sofria grandemente com a interferência de um
transmissor FM de radiodifusão vizinho, na mesma frequência. O sinal
digital DRM não foi afetado pela interferência porque a freqüência digital
pode ser atribuída de forma flexível para alguma das laterais do FM ou ainda para algum
outro lugar no espectro. Através de um planejamento cuidadoso, estações
digitais vizinhas podem usar as frequências em ambos os lados do sinal
analógico para evitar interferências. Uma análise adicional durante o teste
também mostrou que não houve efeito audível para a qualidade de FM quando o
sinal digital foi ligado e desligado.

Relato escrito por Friederike Maier, University of Hannover

Página original em inglês:
http://www.drm.org/news_item/DRM%252B_trial_in_Brazil



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